Antigas e injustas leis reais britânicas poderão ter incentivado o surgimento desta raça pequena, na verdade, uma das mais pequenas do mundo, mas que se excede em coragem, altivez e determinação. Origem Antes da história, a geografia e um pouco do envolvimento socio-cultural, pois deles dependeu expressamente a ocorrência de uma raça de cães com as características particulares deste terrier na Grã-Bretanha. Os antepassados do Yorkshire Terrier surgiram na Escócia e no Norte de Inglaterra. Aqui, tal como um pouco por toda a Europa feudal, Portugal incluído, apenas ao clero e à nobreza era permitida a posse de cães fidalgos, de porte médio e grande, destinados à guarda pessoal e à caça, estando esta apenas destinada às montarias reais. Uma forma de estabelecer limites ditava, por decreto real, que apenas os cães suficientemente pequenos para passarem por um aro de sete polegadas de diâmetro (cerca de 17,5 cm) poderiam pertencer ao povo, pelo que os cruzamentos eram feitos entre raças pequenas, a fim de garantir o seu enquadramento legal. Os pequenos cachorros eram, ainda assim, suficientemente destemidos e ardilosos para conseguirem caçar ratos e algumas presas menores, que ajudavam à subsistência dos mais desfavorecidos. Chegada a revolução industrial, as gentes do campo deslocam- se para as periferias das grandes cidades, em busca de emprego nas fábricas e nas minas de carvão. O condado de Yorkshire acolheu parte desse fluxo migratório que contemplava os cães dessas pequenas comunidades e para os quais também havia trabalho: livrar as minas da praga dos ratos. É suficientemente reguila e corajoso para enfrentar estranhos ou intrusos História Mas estava-se ainda bem longe do perfil fisionómico e temperamental da raça que hoje reconhecemos como Yorkshire Terrier. Eram cães de maior porte, robustos, resultantes de cruzamentos vários, segundo se crê, entre Scottish Terrier, Black and Tan English Terrier e Waterside Terrier. Raças como a Dandie Dinmont, Skye ou a Maltês terão igualmente dado o seu contributo aos antepassados primeiros da raça: Clydesdale Terrier e Paisley Terrier. Muitos entusiastas se dedicaram à raça Yorkshire, ou Yorkie, como também é chamada, tendo os primeiros esforços em direcção à sua miniaturização sido encetados já no séc. XIX. Começa por ser reconhecido como Terrier Escocês de Pêlo Quebrado. Em 1861 é apresentado numa exposição, em Birmingham e em 1886 é feito o primeiro registo de um Yorkshire, raça que acabaria por ser reconhecida, em 1898, como Yorkshire Terrier pelo recém-criado Kennel Club inglês, à semelhança do que já havia sido feito, em 1885 pelo Kennel Club norte-americano. Desde então, este Toy Dog (cão brinquedo, em português) somou sucesso e popularidade. Com passos pequenos mas certeiros, o Yorkie deixou as húmidas câmaras mineiras e instalou-se nas mansões da aristocracia de onde não mais sairia.Morfologia O Yorkshire é um cão único, sendo muito fácil distingui-lo de todas as outras raças de cães. Peso — Não deve exceder os 3,5 quilos, sendo que, para os mais ortodoxos, deve fixar-se nos 3,150 quilos. Altura — Pouco mais de 20 centímetros. Corpo — Bem proporcionado, de aspecto compacto e dorso curto. Cabeça — Pequena e achatada, de focinho médio. Ergue-se orgulhosamente, revelando alguma vaidade e muita auto-confiança. Orelhas — Pequenas, triangulares e erectas, não muito afastadas entre si. Olhos — De tamanho médio, redondos, escuros, brilhantes, cheios de vivacidade, denunciando inteligência e curiosidade. Membros — Curtos e direitos. Patas redondas de unhas pretas. Cauda — Tamanho médio e erguida um pouco acima do nível do dorso. Pêlo — Longo, fino, liso, sedoso e brilhante num tom azul-aço — que vai do pescoço ao início da cauda —, ao qual se associa o dourado que se fixa no focinho, no peito e nas pernas. Há a variante albina, completamente branca. O pêlo cai a direito e nivelado por ambos os lados do dorso e não deve nunca ser ondulado. Temperamento Pequeno, mas pouco, que é como quem diz: não avalie, ou antes, não subvalorize o Yorkshire Terrier pelo seu tamanho. É apelidado de cão de colo (na verdade, só apetece andar com ele de um lado para o outro ao colo), mas esse é um prazer do dono e não do cão. De temperamento independente, prefere conduzir a ser conduzido, mais ainda longe do chão, onde fica mais indefeso. Mas é um animal gregário, que só está bem perto do dono e não admite não ser visto como mais um membro da família, pelo que, jantares em casa de amigos ou viagens de férias, são programas onde gosta de se incluir. Junto de estranhos, lança o seu charme dócil e enternecedor bem como dá mostras de uma enorme capacidade de sociabilização. É tão devotado ao dono que raramente o terá de chamar. Ele está sempre junto ao dono, até porque é muito activo e gosta de se manter ocupado. É uma excelente e divertida companhia, mas mais vocacionado para os adultos, pois não tem muita paciência para os excessos infantis, além de que gosta de reivindicar a sua quota-parte de mimos, o que nem sempre é entendido pelas crianças. Este é o lado familiar, mas há outro, o do mini-cão de guarda, na medida em que é perito a detectar possíveis perigos e a lançar o alerta. Dos tempos de caça nas minas britânicas, ficou-lhe uma incontestável coragem e a persistência necessária. Enfim, sempre pode vencer os bandidos pelo cansaço. ![]() Este baixote de pose altiva é um adorável companheiro Prós e contras Por ser pequenino e encantador, pode achar que o treino é desnecessário e quase uma violência. Engana-se. Teimoso e obstinado, o Yorkshire Terrier necessita de treino persistente e sistemático e desde cedo, a fim de limar algumas arestas. É, inequivocamente, um cão de casa, mas não imagine igualmente que não necessita de exercício físico. O ideal seria cerca de uma hora diária de ginástica e brincadeiras. O seu pêlo requer alguma manutenção, para que se retire todo o partido da sua beleza e se dê ao animal um desejado aspecto de limpeza. O rápido ritmo de crescimento do pêlo implica que seja cortado amiúde. O que é particularmente importante na franja junto aos olhos e à volta das orelhas. Tem uma esperança de vida que pode ir aos 15 anos e os gastos com a alimentação são mini. Ainda que vindo da húmida e fria Grã-Bretanha, o Yorkie gosta de climas quentes como o nosso. ![]() http://www.instinto.pt/site/artigo.php?AGtTZAtela9Xr1tela9Xr1=ADZTMVRl |
O Yorkshire Terrier
Yorkshire Terrier
O CÃO IDOSO
Os cães envelhecem muito mais rapidamente do que nós,tanto que a partir dos 8 anos já são considerados idosos.
A equivalência etária homem-cão é a seguinte:
1 ano 12 anos
2 anos 26 anos
3 anos 30 anos
4 anos 36 anos
5 anos 40 anos
6 anos 42 anos
7 anos 45 anos
8 anos 48 anos
9 anos 52 anos
10 anos 56 anos
11 anos 60 anos
12 anos 64 anos
13 anos 68 anos
14 anos 72 anos
Mudanças acontecem nos cães idosos, como problemas cardíacos e renais, cegueira, câncer, artrite, diabetes,surdez,cegueira,perda de pelo e de dentes. etc.
Para minorarmos sofrimentos dos nossos melhores amigos, será preciso que façamos diagnosticar por veterinários e exames, essas doenças ou alterando sua alimentação, o seu ritmo de vida e ou mesmo usando os medicamentos necessários.
Fundamentalmente, nos cães idosos é preciso impedir que a obesidade se instale procurando diminuir as calorias e acrescentando, por sua vez, suplementos e vitaminas na sua alimentação, mas de forma gradual.
Criminosamente alguns proprietários de cães procuram se livrar deles quando chega essa fase, muitos os abandonam ou os deixam morrer sem os devidos cuidados.É preciso termos à posse responsável para com nossos amigos mais fieis.
Millôr Fernandes traduziu do zoólogo Urich Klever o texto a seguir, que deve servir como advertênciao para todos aqueles que possuem um cão, veja o texto:
RAZÕES DE UM CÃO
1. Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos, e qualquer separação de você será muito dolorosa para mim.
2. Dê-me algum tempo para entender o que você quer de mim.
3. Tenha confiança em mim, é fundamental pro meu bem-estar.
4. Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em nenhum lugar como punição. Você tem o seu trabalho, seus amigos, suas diversões. Eu só tenho você.
5. Fale comigo de vez em quando Mesmo que eu não entenda suas palavras, compreendo muito bem o tom de sua voz e sinto o que você está dizendo.
6. Esteja certo de que seja como for que você me trate, isso ficará gravado em mim para sempre.
7. Antes de me bater, lembre sempre que eu tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, dentes que nunca vou usar contra você.
8. Antes de me censurar por estar sendo preguiçoso ou teimoso,pergunte se não há alguma coisa me incomodando.Talvez eu não esteja me alimentando bem. Pode ser que esteja resfriado., Ou é apenas meu coração que está ficando velho e cansado.
9. CUIDE BEM DE MIM QUANDO EU FICAR VELHO, VOCÊ TAMBÉM VAI FICAR.
10 . NÃO SE AFASTE DE MIM NOS MEUS MOMENTOS DIFÍCEIS OU DOLOROSOS. NUNCA DIGA
"prefiro não ver", OU "faz quando eu não estiver presente".
TUDO É MAIS FÁCIL PARA MIM COM VOCÊ DO MEU LADO.
Companheiro fiel de toda uma vida, o cão idoso deverá receber de nossa parte todos os cuidados possíveis e sobretudo muito, mas muito amor.
http://www.vonbeilen.com/Material/caoidoso.htm
A equivalência etária homem-cão é a seguinte:
1 ano 12 anos
2 anos 26 anos
3 anos 30 anos
4 anos 36 anos
5 anos 40 anos
6 anos 42 anos
7 anos 45 anos
8 anos 48 anos
9 anos 52 anos
10 anos 56 anos
11 anos 60 anos
12 anos 64 anos
13 anos 68 anos
14 anos 72 anos
Mudanças acontecem nos cães idosos, como problemas cardíacos e renais, cegueira, câncer, artrite, diabetes,surdez,cegueira,perda de pelo e de dentes. etc.
Para minorarmos sofrimentos dos nossos melhores amigos, será preciso que façamos diagnosticar por veterinários e exames, essas doenças ou alterando sua alimentação, o seu ritmo de vida e ou mesmo usando os medicamentos necessários.
Fundamentalmente, nos cães idosos é preciso impedir que a obesidade se instale procurando diminuir as calorias e acrescentando, por sua vez, suplementos e vitaminas na sua alimentação, mas de forma gradual.
Criminosamente alguns proprietários de cães procuram se livrar deles quando chega essa fase, muitos os abandonam ou os deixam morrer sem os devidos cuidados.É preciso termos à posse responsável para com nossos amigos mais fieis.
Millôr Fernandes traduziu do zoólogo Urich Klever o texto a seguir, que deve servir como advertênciao para todos aqueles que possuem um cão, veja o texto:
RAZÕES DE UM CÃO
1. Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos, e qualquer separação de você será muito dolorosa para mim.
2. Dê-me algum tempo para entender o que você quer de mim.
3. Tenha confiança em mim, é fundamental pro meu bem-estar.
4. Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em nenhum lugar como punição. Você tem o seu trabalho, seus amigos, suas diversões. Eu só tenho você.
5. Fale comigo de vez em quando Mesmo que eu não entenda suas palavras, compreendo muito bem o tom de sua voz e sinto o que você está dizendo.
6. Esteja certo de que seja como for que você me trate, isso ficará gravado em mim para sempre.
7. Antes de me bater, lembre sempre que eu tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, dentes que nunca vou usar contra você.
8. Antes de me censurar por estar sendo preguiçoso ou teimoso,pergunte se não há alguma coisa me incomodando.Talvez eu não esteja me alimentando bem. Pode ser que esteja resfriado., Ou é apenas meu coração que está ficando velho e cansado.
9. CUIDE BEM DE MIM QUANDO EU FICAR VELHO, VOCÊ TAMBÉM VAI FICAR.
10 . NÃO SE AFASTE DE MIM NOS MEUS MOMENTOS DIFÍCEIS OU DOLOROSOS. NUNCA DIGA
"prefiro não ver", OU "faz quando eu não estiver presente".
TUDO É MAIS FÁCIL PARA MIM COM VOCÊ DO MEU LADO.
Companheiro fiel de toda uma vida, o cão idoso deverá receber de nossa parte todos os cuidados possíveis e sobretudo muito, mas muito amor.
http://www.vonbeilen.com/Material/caoidoso.htm
UM YORKSHIRE MICRO, MINI, OU TAMANHO 0, PODE SER CONSIDERADO TÍPICO DA RAÇA?

A diminuição harmônica, de todas as partes do corpo, de um denomina-se nanismo.Quando ocorrem modificações nos ossos, como nos bassets, pode-se verificar verdadeiras monstruosidades estruturais.
Todos os cães de patas curtas são denominados bassets, e têm sua origem numa anomalia hereditária fixada por criadores, como todas as demais características.E, assim,teoricamente, todas as raças podem apresentar basseismo.
A origem dos bassets é assunto controvertido.Alguns acreditam que foram modificações consecutivas ao raquitismo dos membros, que o homem teria propositadamente fixado. Outros dizem ser uma monstruosidade hereditária, seguida de uma variação brusca, de uma mutação, que os criadores teriam, em seguida, fixado e acentuado, segundo o veterinário e juiz internacional M. Luquet, em seu livro Le Chien.
O nanismo, por sua vez, surgiu através da seleçãode cruzam entos e pela forma de alimentação.
As raças caninas denominadas anãs, possuem tamanho bem fixado e características próprias, originárias das grandes raças das quais descendem.
Quando o nanismo é obtido fisiologicamente, o cão mantém as características da raça da qual proveio, sem deformações, como foi o caso da raça Yorkshire que é uma miniaturização dos vários terriers que a compuseram.
No entanto, não é possível acreditar que se possa obter exemplares cada vez menores e conservar as características fisiológicas normais. Chega um momento crítico onde a repetição das formas torna-se impossível, sem a ocorrência de deformações, diz M. Luquet em seu livro Le Chien,
A obtenção de exemplares cada vez menores poderá comprometer a raça levando-a a deformações, como as de crânio:moleira aberta, olhos esbugalhados ou saltados e mesmo expressão facial grotesca.
Podem provocar anomalias dentárias como prognatismo, mordedura irregular, falta de dentes, fraqueza dentária (perda precoce dos dentes, etc.).
Também insuficiências genitais como monorquidismo, criptorquidismo,problemas hormonais como cios irregulares, carência de esperma, além de fragilidade óssea.
Muitas pessoas quando desejam adquirir um exemplar da raça Yorkshire fazem muitas perguntas, mas principalmente querem saber se o filhote ficará mini, micro, superpequeno ou tamanho zero.
Além de toda essa nomenclatura estar errada, em toda competição de beleza, os prêmios não são ofertados em razão dos extremos (nanismo ou gigantismo), mas sim em face do equilíbrio das formas e da tipicidade da raça.
Podemos dizer que as alterações na conformação óssea da raça Yorkshire poderão ocorrer em função de:
1) acasalamento de cães débeis, sem massa ou estrutura correta, devido à procura do extremo nanismo,através sucessivas gerações;
2) Problemas carenciais pela pouca alimentação ofertada e/ou pela falta de uma alimentação balanceada, lembrando-nos sempre que ALIMENTAR E NUTRIR NÃO SÃO SINÔNIMOS.
3) Devido à falha do metabolismo de cálcio e da incapacidade do cão em fixa-lo onde é extremamente necessário, nos ossos.
Um filhote micro,mini, etc é um filhote atípico, como as demais características que não atendam ao determinado pelo padrão, pois todo extremo é negativo.
E, você interessado na compra de um filhote da raça Yorkshire procure adquirir um cão com boa estrutura, e com toda a tipicidade da raça.
http://www.vonbeilen.com/material/micro.asp
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Europa feudal, Portugal incluído, apenas ao clero e à nobreza era permitida a posse de cães fidalgos, de porte médio e grande, destinados à guarda pessoal e à caça, estando esta apenas destinada às montarias reais. Uma forma de estabelecer limites ditava, por decreto real, que apenas os cães suficientemente pequenos para passarem por um aro de sete polegadas de diâmetro (cerca de 17,5 cm) poderiam pertencer ao povo, pelo que os cruzamentos eram feitos entre raças pequenas, a fim de garantir o seu enquadramento legal. Os pequenos cachorros eram, ainda assim, suficientemente destemidos e ardilosos para conseguirem caçar ratos e algumas presas menores, que ajudavam à subsistência dos mais desfavorecidos. Chegada a revolução industrial, as gentes do campo deslocam- se para as periferias das grandes cidades, em busca de emprego nas fábricas e nas minas de carvão. O condado de Yorkshire acolheu parte desse fluxo migratório que contemplava os cães dessas pequenas comunidades e para os quais também havia trabalho: livrar as minas da praga dos ratos.
da raça que hoje reconhecemos como Yorkshire Terrier. Eram cães de maior porte, robustos, resultantes de cruzamentos vários, segundo se crê, entre Scottish Terrier, Black and Tan English Terrier e Waterside Terrier. Raças como a Dandie Dinmont, Skye ou a Maltês terão igualmente dado o seu contributo aos antepassados primeiros da raça: Clydesdale Terrier e Paisley Terrier. Muitos entusiastas se dedicaram à raça Yorkshire, ou Yorkie, como também é chamada, tendo os primeiros esforços em direcção à sua miniaturização sido encetados já no séc. XIX. Começa por ser reconhecido como Terrier Escocês de Pêlo Quebrado. Em 1861 é apresentado numa exposição, em Birmingham e em 1886 é feito o primeiro registo de um Yorkshire, raça que acabaria por ser reconhecida, em 1898, como Yorkshire Terrier pelo recém-criado Kennel Club inglês, à semelhança do que já havia sido feito, em 1885 pelo Kennel Club norte-americano. Desde então, este Toy Dog (cão brinquedo, em português) somou sucesso e popularidade. Com passos pequenos mas certeiros, o Yorkie deixou as húmidas câmaras mineiras e instalou-se nas mansões da aristocracia de onde não mais sairia.

